Ressignificando Registros Inconscientes por Elaine Romano [Parte 6]

 

(...) Felizmente, através das Constelações Familiares podemos perceber as dinâmicas que atuam no inconsciente e promover as mudanças nestes padrões que nos afetam. E como podemos caminhar para as soluções, impedindo que os padrões do passado interfiram no momento presente? As Constelações Familiares (através das vivências em grupo ou no atendimento individual) revelam, de forma rápida e surpreendente, as leis ocultas que foram infringidas nas gerações anteriores, permitindo, assim, que a pessoa se desvincule psiquicamente de um antepassado, liberando-se de fardos e encargos provenientes da família.

 

Como se desvincular psiquicamente de um antepassado? Os cientistas, a partir da Teoria da Relatividade, formulada por Albert Einstein, elaboraram a Teoria das Cordas e, através destes estudos, sabem que todo universo é composto por matéria ou energia. Filamentos de energia, chamadas cordas podem se mover de maneiras diferentes. Cada movimento das cordas representam diferentes partículas elementares.

 

Estas partículas (átomos) são formadas por subpartículas atômicas, os quarks, os quais são compostos por filamentos de energia (cordas) que vibram de diferentes maneiras, em diferentes dimensões (hoje, a ciência já conseguiu calcular 12 dimensões). As cordas ou filamentos também podem se esticar e transitar em diferentes dimensões, e, portanto, podem levar e trazer informações.

 

Quando acessamos o inconsciente coletivo, ou familiar – o Campo Morfogenético, através das Constelações Familiares, podemos, através das falas de cura ou de solução, propostas pelo terapeuta, levar estas informações a diferentes dimensões, ressignificando, assim, os registros inconscientes.

 

(...) a eternidade não é a consciência de um tempo sem fim, mas uma consciência que, em si mesma, situa-se fora do tempo. O momento eterno é um momento atemporal, que não conhece nem passado nem futuro, antes nem depois, ontem nem amanhã, nascimento nem morte. (...) Podemos dizer que o tempo parece suspenso em todas as experiências porque, nelas, somos totalmente absorvidos pelo momento presente. É claro que, nesse momento presente, caso nos limitemos a examiná-lo, não existe tempo. O momento presente é um momento atemporal e um momento atemporal é um momento eterno. Wiber, K. (...)

 

ROMANO, E. (Diálogos Interdisciplinares) 26-27 pp. Revista Psicologia – Especial Constelação Familiar, Editora Mythos, 2016.

 

 

 

 

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